O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO NA LINGUAGEM DA RAZÃO – 150 DEPOIS (Jorge Hessen)

Mar 13th, 2014 | By | Category: Artigos

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Jesus, durante milênios, enviou seus emissários para instruir povos, raças e civilizações com conhecimentos e princípios da lei natural. Além disso, há dois mil anos, veio pessoalmente ratificar os conhecimentos já existentes, deixando o Evangelho como patrimônio para toda Humanidade. Examinando o trajeto histórico das civilizações identificamos que em todos os tempos houve missionários, fundadores de Religião, filósofos, Espíritos Superiores que aqui encarnaram, trazendo novos conhecimentos sobre as Leis Divinas ou Naturais com a finalidade de fazer progredir os habitantes da Terra. Entretanto, por mais admiráveis que tenham sido suas missões, nenhum se iguala ao Cristo. Até mesmo porque todos eles estiveram a serviço do Mestre Incomparável, o Guia e Governador Espiritual deste belíssimo planeta.
Segundo o Espírito Humberto de Campos, o Sublime Galileu escolheu Ismael para ser o zelador dos patrimônios imortais que organizam a “Terra do Cruzeiro”. Portanto, Jesus transplantou para o Brasil a árvore da misericórdia informando ao seu escolhido que “na pátria dos meus ensinamentos, o Espiritismo será o Cristianismo revivido na sua primitiva pureza. Sem as ideologias de separatividade, e inundando todos os campos das atividades humanas com uma nova luz.” (1)
Naturalmente podemos interpretar “pátria do Evangelho” como símbolo do coração do homem de bem em qualquer espaço geográfico do planeta. Porém, não deve causar estranheza o significado do título “Brasil , Pátria do Evangelho”. Óbvio que esta expressão não reduz a missão do Espiritismo para uma dimensão geográfica, eliminando-lhe a sua universalidade. Da mesma forma, há dois mil anos, Jesus, quando elegeu o povo Hebreu para levar a efeito as suas divinas lições à Humanidade, ao escolher um espaço geográfico para divulgação do Evangelho, não reduziu a Sua mensagem à Palestina. Mas por que fez essa escolha? Em verdade, naquela época “os israelitas haviam conquistado muito, do Alto, em matéria de fé [monoteísmo], sendo justo que se lhes exigisse um grau correspondente de compreensão, em matéria de humildade e de amor”. (2) Sob essa perspectiva igualmente o Evangelho Segundo o Espiritismo ganhou colossal importância no Brasil e justifica sem dúvida a missão do País na categoria de “Pátria do Evangelho”.
Vamos recordar como surgiu o projeto do terceiro livro da Codificação. Há 150 anos foi um desafio para Kardec organizar o conjunto do mais completo código moral da história – “O Evangelho Segundo o Espiritismo”. Não foi tarefa simples selecionar, estruturar e interpretar as narrativas dos livros canônicos, valendo-se dos argumentos de uma Nova Revelação. O Codificador precisou ficar recolhido na sua residência na Ville Ségur por alguns dias. Em agosto de 1863, recluso em seu domicílio, recebeu “mensagens”, sobretudo do Espírito de Verdade alertando-lhe sobre a repercussão que o livro causaria não só nas hostes teológicas, mas também entre as nações. Seria o edifício sob a qual todas as religiões poderiam abrigar-se. (3) Logo a seguir o Codificador deliberou publicar o livro “Imitation de L’Évangile selon le Spiritisme”, lançado em Paris em abril de 1864.
O Evangelho Segundo o Espiritismo (4) foi dividido em cinco partes, a saber, análise dos atos comuns da vida do Cristo; dos milagres; das profecias; das palavras que serviram para o estabelecimento dos dogmas teológicos e do ensino moral. Sobre este último tema, o ex-chefe druida aclara que o ensino moral jamais foi motivo de disputas teológicas (considerando o sermão da montanha e as parábolas), razão pelo qual estrutura os alicerces básicos do terceiro livro da Codificação.
Lembra o ínclito lionês que muitos admiram o apelo moral dos compêndios canônicos, porém poucas pessoas a conhecem profundamente, e menos ainda a compreendem e ou sabem tirar-lhe as consequências. E para agravar a situação, os escritores de renome, os poetas, os literatos trataram os códigos de moral, entretanto abordaram o assunto “evangélico” através de estilo rebuscado tirando-lhe a simplicidade primitiva, desnaturando o seu encanto e autenticidade.
Allan Kardec afastou-se do aspecto cronológico das narrativas dos evangelistas, optando por agrupar, distribuir e transcrever metodicamente conforme a sua natureza, de maneira a que umas procedessem das outras, tanto quanto possível, visando a melhor compreensão das lições do Senhor da Galileia.
Diversas citações dos evangelistas são ininteligíveis, e muitas parecem sem nexo, por ausência de uma chave que dê o seu verdadeiro sentido. Essa chave o Codificador oferece nos 28 capítulos de O Evangelho Segundo o Espiritismo, com base nas transcrições de Marcos, Lucas, João e Mateus, seguidos de explicações e persuasivas análises do próprio Codificador, reforçados pelas instruções complementares (mensagens mediúnicas) psicografadas em vários países (5) por vários médiuns, ditadas e assinadas por Espíritos de respeitáveis personagens da história do cristianismo.
Entre os vários Espíritos que colaboraram com suas instruções estão os padres educadores Lacordaire e Lamenais, Fénelon (escritor, político, orador, educador e arcebispo de Cambrai), Santo Agostinho (Bispo de Hipona e pai da Igreja Latina), São Luís (um dos reis da França na época das cruzadas), Paulo Apóstolo, Erasto (discípulo de São Paulo), François Nicolas Madelaine (Cardeal Marlot), Sansão, antigo membro da Sociedade Espírita de Paris, Adolfo (Bispo de Alger), João (Bispo de Bordeaux), Vianney (Cura de Ars), Emmanuel, São Vicente de Paulo, Cáritas, Pascal (geômetra, físico, filósofo, e escritor), Irmã Rosália, Enri Eine, Elizabeth de França, Delphine de Girardin, François de Genève, Lázaro, Hahnemann, Simeão, Dufêtre (Bispo de Nevers), Jules Olivier, Michel, V. Monod, uma rainha de França, entre outros, além do Espírito de Verdade, que para muitos se não é o próprio Cristo, certamente é uma plêiade de sublimes procuradores do além que agiram com a permissão direta do Governador da Terra.
Kardec contextualiza o significado de muitas palavras empregadas com frequência nas narrativas bíblicas, a fim de facilitar a compreensão do verdadeiro sentido de certas máximas do Cristo, bem como a parte histórica sobre os usos e costumes da sociedade judaica dos tempos apostólicos e, por fim, insere o resumo da Doutrina de Sócrates e Platão demonstrando a concordância doutrinária desses precursores do Cristo.
Cumpre, portanto não perdermos de vista a total vinculação do Espiritismo com os ensinos de Jesus. Ele que administra o globo terrestre. Cada palavra que o Mestre plasmou na atmosfera terrena dirige-se a todos nós, ontem, hoje e sempre, independente de onde possamos estar ou o quer que façamos.
Um dos mandamentos inesquecíveis do Príncipe da Paz está contido no Sermão da Montanha. Nessa belíssima lauda, avaliada por Mahatma Gandhi como a mais pura essência do cristianismo, o “Iluminado da Índia” disse que se um cataclismo extinguisse toda a sabedoria humana, com todos os seus livros e bibliotecas, se restasse apenas o Sermão da Montanha, as gerações futuras teriam nele toda a beleza e sabedoria necessárias para a vida.
Jesus foi, é e sempre será a síntese da Ciência, da Filosofia e da Religião. A Doutrina dos Espíritos coloca o Evangelho Segundo o Espiritismo na linguagem da razão, com explicações racionais, filosóficas e científicas, sem contudo abdicar do aspecto sensível da emoção que é colocado na sua expressão profunda, demonstrando que o sentimento e a razão podem e devem caminhar juntos, pois constituem as duas asas de libertação definitiva do homem.

Jorge Hessen

Notas e referências bibliográficas:

(1) XAVIER, F. C. Brasil, Coração do Mundo, Pátria do Evangelho (pelo Espírito Humberto de Campos). 11. ed., Rio de Janeiro, FEB, 1977
(2) Xavier, Francisco Cândido. A Caminho da Luz, ditado pelo espírito Emmanuel, cap. 7, RJ: Ed FEB, 1999
(3) ________. Obras Póstumas. Tradução de Guillon Ribeiro. Ségur, 9 de agosto de 1863 (Médium: Sr. d’A…) Imitação do Evangelho. 22ª edição, pp. 307-310. FEB, 1987.
(4) A 3ª edição, revista, corrigida e modificada foi publicada em 1866
(5) A melhor garantia de que um princípio é a expressão da verdade se encontra em ser ensinado e revelado por diferentes Espíritos, com o concurso de médiuns diversos, desconhecidos uns dos outros e em lugares vários, e em ser, ao demais, confirmado pela razão e sancionado pela adesão do maior número. (definição contida no Livro dos Médiuns).

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9 Comments to “O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO NA LINGUAGEM DA RAZÃO – 150 DEPOIS (Jorge Hessen)”

  1. GERALDO MAGELA MIRANDA diz:

    Jorge, essa é uma questão interessante pra mim, que não sabia até o momento que o Evangelho Segundo o Espiritismo é baseado também nos legados dos apóstolos.
    Pra mim o teor do livro referia-se exclusivamente às consultas de Kardec aos espíritos, pois que há muitas vezes diálogos diretos fazendo-lhes os questionamentos. Agora vejo que se empenhou também no estudo nas transcrições dos legados.
    Vivendo e aprendendo…

    Abração pra você, e um bom final de semana.
    GERALDO MAGELA MIRANDA

  2. Marcos Aurélio de Almeida diz:

    Boa tarde Jorge, ler suas exposições sempre nos é dado uma aula para nosso aprendizado.
    Nosso abraço!

  3. Jordão diz:

    Sr. Jorge,
    Mais um ensinamento para nossas vidas. São Francisco de Assis, tambem cooperou para esta obra.?

    Deus abençoe. Luz e Paz.

  4. Luiz eduardo (Juiz de Fora - MG diz:

    Caro amigo e irmão Jorge Hessem, ja muito tempo não nos falávamos. Aqui em juiz de Fora, nossa casa a FEAK, tem uma web rádio – RÁDIO EVOLUIR.
    Eu sou um dos trabalhadores da casa que ajuda na programação, agora com dois programas:
    MOMENTOS DE LUZ e VIVÊNCIA DO EVANGELHO.
    GOSTARIA DE SUA PERMISSÃO PARA LER ESTE TEXTO, no programa Vivência do Evangelho.
    Um beijão muito especial na Kaka. Abraços – Eduardo

  5. Ione diz:

    Que texto abençoado e como fluem bem as palavras! Copio muitas das suas informações pois sei que são bem fundamentadas , por um estudioso e conhecedor profundo da doutrina dos Espíritos.Considero muito importante o seu modo de colocar suas convicções sem ter a pretensão de agradar gregos e troianos, Forte abraço e cada vez mais luz. Com gratidão
    Ione

  6. fernando rosemberg patrocinio diz:

    MEUS QUERIDOS:

    SE TANTOS SÁBIOS, PAIS DA IGREJA, CONSTAM COMO
    COLABORADORES FUNDAMENTAIS DE “OESE”, QUESTIONO-ME,
    POR VEZES:

    COMO É QUE PODE ALGUNS ELEMENTOS MAIS
    ORTODOXOS DO NOSSO MEIO: DE VIÉS IDEOLÓGICO CIENTIFICISTA,
    E ALGUNS OUTROS LAICOS, ALEGAR QUE PADRES IGREJEIROS
    SE INFILTRARAM EM NOSSO MOVIMENTO (ME), DESTACANDO-SE
    EMMANUEL, PARA DETURPAR E DENEGRIR NOSSA DOUTRINA?

    TAIS ELEMENTOS, JÁ QUE NÃO ESTUDAM A DOUTRINA DE KARDEC,
    CONQUANTO SE ACHEM SEUS DOUTORES, DEVERIAM, PELO MENOS,
    ESTUDAR JORGE HESSEN, OU, MAIS EXATAMENTE, REFERIDO
    TEXTO DE LUZ, MOSTRANDO QUE A OBRA CENTRAL DO PENTATEUCO
    KARDEQUIANO CONSOLIDA O ESPIRITISMO COMO TERCEIRA
    REVELAÇÃO DA LEI DE DEUS, CONSOLIDANDO, MAIS AINDA, SEU
    ASPECTO MORAL E RELIGIOSO, TENDO COMO BASE AS MÁXIMAS DO
    MAIOR DOS FILÓSOFOS TERRENOS: JESUS CRISTO.

    GRANDE ABRAÇO A TODOS E, AO HESSEN, PARABÉNS:
    fernandorpatrocinio.blogspot.com.br

  7. JOSE FRANCISCO DE ALMEIDA diz:

    Não concordo com você Fernando Patrocínio, em alguns pontos: 1) “…COMO É QUE PODE ALGUNS ELEMENTOS MAIS ORTODOXOS DO NOSSO MEIO: DE VIÉS IDEOLÓGICO CIENTIFICISTA, E ALGUNS OUTROS LAICOS, (…), PARA DETURPAR E DENEGRIR NOSSA DOUTRINA? TAIS ELEMENTOS, JÁ QUE NÃO ESTUDAM A DOUTRINA DE KARDEC, CONQUANTO SE ACHEM SEUS DOUTORES, (…)”,
    Entendo que todos estamos em momentos evolutivos diferentes, portanto em condições de analisar determinadas situações ou coisas de forma diferente, conforme nossa interpretação. Pelo menos é essa a mensagem que entendemos sobre o Espírito e seu processo evolutivo, devemos dessa forma, analisar e não criticar. O momento é de cada um e todos têm o direito de expressar seus pensamentos…
    2) “(…) OU, MAIS EXATAMENTE, REFERIDO TEXTO DE LUZ, MOSTRANDO QUE A OBRA CENTRAL¹ DO PENTATEUCO² KARDEQUIANO CONSOLIDA O ESPIRITISMO COMO TERCEIRA REVELAÇÃO DA LEI DE DEUS,”
    ¹ OBRA CENTRAL?!?!: Se você está se referindo ao “OESE” como obra central; desculpe-me mas a Doutrina Espírita está assentada nas Leis Naturais da sua obra central “OLE” – 1ª Edição – 1857.LE LIVRE DES ESPRITS – O LIVRO DOS ESPÍRITOS – CONTENDO OS PRINCÍPIOS DÁ DOUTRINA ESPÍRITA – ACERCA DA NATUREZA, MANIFESTAÇÃO E RELAÇÕES DOS ESPÍRITOS COM OS HOMENS; DAS LEIS MORAIS; DA VIDA PRESENTE, VIDA FUTURA E PORVIR DA HUMANIDADE. – ESCRITO E PUBLICADO CONFORME O DITADO E A ORDEM DE ESPÍRITOS SUPERIORES POR ALLAN KARDEC – PARIS, E. DENTU, LIBRAIRE, PALAIS ROYAL, GALERIE D’ORLÉANS, 1 8 5 7, as obras seguintes foram filosóficas com participação dos Espíritos que também contribuíram com suas interpretações.
    3) ² PENTATEUCO???? Pentateuco são os cinco primeiros livros do Velho Testamento, atribuídos a Moisés: o Gênese, o Êxodo, o Levítico, o Números e o Deuteronômio;
    Pentateuco é invenção ou criação de Brasileiros, essa palavra não deve representar as Obras Básicas do Espiritismo.

    Um grande abraço ao Jorge Hessen pelas suas interpretações. Francisco

  8. fernando rosemberg patrocinio diz:

    CARO JOSE FRANCISCO:

    NA VERDADE, NAS MINHAS CENTENAS DE ESCRITOS, COMO TAMBÉM NOS CINCO LIVROS DIGITAIS DE MINHA AUTORIA, SEMPRE ME COLOCO COMO UM APRENDIZ
    DESTA COMPLEXA E DINÂMICA DOUTRINA DO ESPIRITISMO.

    E, DE FATO, CONCORDO COM O ESTUDIOSO E CARO CONFRADE COM VOSSA
    PRIMEIRA COLOCAÇÃO DE SUA RÉPLICA.

    RELATIVAMENTE À SEGUNDA, QUANDO ME REFIRO À OBRA CENTRAL COMO SENDO
    O “EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO”, REFIRO-ME, DE UM PONTO DE VISTA TÃO
    SÓ SITUACIONAL DE CODIFICAÇÃO DA OBRA QUE, DOS CINCO VOLUMES, SITUOU-SE
    AO CENTRO DELAS, QUANDO EU, POR ISTO, OU SEJA, POR TAL POUCO, NÃO ESPERAVA FERIR SUSCETIBILIDADES INTERPRETATIVAS.

    QUANTO À SUA CITAÇÃO DE QUE “OLE” É A OBRA CENTRAL E AS DEMAIS, NO VOSSO
    ENTENDER, SÃO FILOSÓFICAS, CREIO SER ESTA UMA FORMA ALGO PRECIPITADA DE
    VER AS COISAS, CONQUANTO TENHAIS O DIREITO DE ASSIM PENSAR.

    ENTRETANTO, PARECE-ME QUE: FILOSÓFICO: É “OLE” QUE ESTAMPA EM SUA PÁGINA INICIAL E INTRODUTÓRIA, LETRAS GARRAFAIS, EXPRESSANDO:

    “FILOSOFIA ESPIRITUALISTA”;

    E “OLM” QUE TAMBÉM SUA PESSOA ENQUADRA E ENTENDE COMO OBRA FILOSÓFICA, PARECE-ME NÃO SER BEM ASSIM, POIS QUE LÁ MESMO, NA PÁGINA INICIAL E INTRODUTÓRIA, COM LETRAS GARRAFAIS, EXPRESSA:

    “ESPIRITISMO EXPERIMENTAL”. (científico).

    EM SUMA, SÃO APENAS MANEIRAS DE VER, DE LER E DE INTERPRETAR DE CADA UM, ONDE O MAIS IMPORTANTE, CREIO EU, ESTÁ NA OBRA CENTRAL DO PENTATEUCO DE KARDEC: “O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO”, QUE PRECEITUA:

    “AMAI-VOS”: EIS O PRIMEIRO ENSINAMENTO; E

    “INSTRUÍ-VOS”: EIS O SEGUNDO.

    E CONFESSO A TODOS:

    ESTOU, COMO APRENDIZ DO ESPIRITISMO: APRENDENDO A AMAR, A PERDOAR, A DAR EXEMPLOS DE FRATERNIDADE, ALTRUÍSMO E BENEVOLÊNCIA PARA COM TODOS, E PEÇO A DEUS AJUDA NESTA NOVA EMPREITADA DE LUTAS ÍNTIMAS, COMIGO MESMO, COM ESTE HOMEM VELHO NECESSITADO DE RENOVAÇÃO.

    GRANDE ABRAÇO A TODOS:
    fernandorpatrocinio.blogspot.com.br

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