PDF–Uma análise crítica de “Brasil, coração do mundo, pátria do evangelho”

Abr 30th, 2018 | By | Category: Artigos, Palestras

Clique aqui para acessar o livro eletrônico “Análise de Brasil coração do mundo”

Análise do Livro Brasil coração do mundo pátria do Evangelho – E-book

Clique aqui para acessar o livro eletrônico “Análise de Brasil coração do mundo”

 

 

ENTREVISTA COM CESAR PERRI..TV MUNDO MAIOR

SOBRE O LIVRO ” UNIÃO DOS ESPIRITA , PARA ONDE VAMOS?”

CLIQUE NO LINK

https://www.facebook.com/tvmundomaior/videos/1628309747266724/?t=2517

 

Tags:

9 Comments to “PDF–Uma análise crítica de “Brasil, coração do mundo, pátria do evangelho””

  1. IRMÃOS W diz:

    Olá

    Amigos….

    Esta análise nos faz pensar… Quem dirige o Movimento Espírita… E o espírito da verdade??? Representado por Cristo!!! Ou o famigerado… Anjo Ismael???

    Todo o espírita… Tem como dever analisar… Como ensinava Allan Kardec… O que ele lê… Para separar o joio e o bom trigo…

    Esta obra… Não e de Chico Xavier!!! Foi falsificado… Tendo como premissas… O domínio da FEB perante o Espiritismo no Brasil…

    Na realidade… O Brasil foi um plano B da espiritualidade… Para continuar… A Divulgação… Do Espiritismo… Pois na Europa… As guerras e os que dirigiram o Espiritismo falharam…

    E ocorreram a reencarnação no Brasil de centenas de espíritos do tempo de Kardec… E os que sintonizavam com ideário espíritas…

    Como nos falou… O Médium Chico Xavier… Ao interrogar o espírito de Emmanuel…

    Sendo assim vamos ler esta análise… De vasta envergadura… E separar o joio do trigo….

    Fiquem com Deus

    Wanderlei

  2. Eliandra Viana diz:

    Olá!
    Quando li pela primeira vez o livro Brasil Coração do Mundo Patria do Evengelho, eu estava iniciando os meus estudos no Espiritismo e de imediato achei estranho as falas atribuídas a Jesus, chegando ao cúmulo de deixar Jesus como um desorientado que nem sequer sabia aonde ficava a região que seria mais tarde o Brasil. Mas deixando de lado, segui com a leitura até o final, em respeito ao médium Chico Xavier.
    Alguns anos depois, já com mais estudos dentro da Doutrina, voltei a ler o referido livro. Desta vez, nem cheguei nas falas de Jesus e me deparei com o nome de Roustaing. Aí foi demais!!!! O homem que criticou Kardec, que fez uma cópia barata de O Livro dos Espiritos para se promover e rebaixar o Codificador da Doutrina, que era fascinado e mentiroso, estava alí no livro citado como colaborador na parte da fé! Não precisei de anos e anos de estudo para chegar à conclusão de que o livro não era Espirita.
    Fiquei me questionando: como Chico e Emmanuel permitiram isso?! A resposta encontrei agora no prefácio e na análise crítica tão bem desenvolvidos por esses irmãos no ideal espirita, nesse artigo iluminado que liberta consciências. A obra foi alterada! deformada! ridicularizada! estrangulada pela Direção da FEB daquela época e, infelizmente, essa agressão vem se perpetuando nessa Instituição rotulada de Espirita.
    O livro Brasil Coração do Mundo Patria do Evangelho, que está publicado, não é uma obra doutrinária espirita. As 92 páginas dessa analise critica esclarecem mais do que o livro que contem 30 capítulos!
    Absurdo! Como Espirita me sinto indignada por ver que obras como essa levam a nossa amada Doutrina Espirita ao ridículo.
    Mas é tempo de mudança. A Nova Era está a caminho! Jesus está no leme dessa embarcação!
    Vamos KARDEQUIZAR!

    • WANDERLEI diz:

      Olá
      Minha amiga…

      Muito bem notado… Na realidade conforme anota… Os que fizeram analise… Esta obra foi montada na historiografia da de/30… Aonde as elites… Usando falsos argumentos… Legitimar a escravidão dos espíritos e dos negros… TRAZENDO O UFANISMO… DO BRASIL NO CONCERTOS DOS POVOS!!!

      E VOLTANDO AO ASSUNTO… QUEM DIRIGE A DIVULGAÇÃO DO ESPIRITISMO E O ESPÍRITO DA VERDADE… NÃO O ANJO ISMAEL rss

      WANDERLEI

  3. Marta diz:

    Oi, não entendi nada. afinal o Brasil é ou não ´é a Pátria do Evangelho?

  4. Roberto Cury diz:

    Jorge Hessen resume toda a sabedoria espírita ao afirmar: “A Pátria do Evangelho deve ser o coração humano e não um espaço geopolítico de uma nação.” Não é preciso dizer mais nada.
    Roustaing fulmina o Espiritismo, infelizmente, através da FEB. Mas, não precisamos da FEB para sermos verdadeiramente espiritistas.
    Sigamos Kardec e seremos eternamente felizes.
    Abração amigo e irmão Hessen.

  5. ENTREVISTA COM CESAR PERRI..
    SOBRE O LIVRO ” UNIÃO DOS ESPIRITA , PARA ONDE VAMOS?”
    https://www.facebook.com/tvmundomaior/videos/1628309747266724/?t=2517

  6. ABILIO FERREIRA FILHO diz:

    Sempre me causou estranheza o livro “Brasil, coração do mundo, pátria do Evangelho”, porém, nunca pude externar minhas dúvidas, pois, a maioria dos espíritas de meu conhecimento, tem uma visão estreita – agora, eu entendo que é em função do título, segundo a análise em pauta; Jesus parecia perdido quanto ao local de transladação do Seu Evangelho, “da Palestina para a terra do Cruzeiro”, e era Ismael quem tudo sabia.
    O texto parece todo com enfoque católico: o “anjo Ismael”, o “exército de Isamel”, o “cordeiro de Deus”, etc.
    Parece-me que, conforme a análise, um dos pretextos do grupo que discutia o livro, era adotar “Os Quatro Evangelhos”, e assim por diante.
    A Codificação Espírita foi fundamentada nos fatos ocorridos e analisados pelo Mestre Allan Kardec, sempre submetendo ao critério da universalidade dos ensinos dos Espíritos, bem como, colocando na Revista Espírita para uma discussão mais ampla (como eu tenho entendido), e não se baseia nas “tradições do mundo espiritual”.
    Eu gostaria de saber o que ocorreu com todos os manuscritos do querido médium Francisco Cândido Xavier, que deveriam ser preservados, para, até mesmo servir de relíquia, quando não como comprovação do que foi publicado como psicografia do médium.
    O crescimento quantitativo do Movimento Espírita não tem sido acompanhado pelo qualitativo, isto é, a preocupação com a fidelidade doutrinária, com inovações anti-doutrinárias e simonia dos eventos espíritas.
    Realmente, é de grande estranheza, Jesus amargurado, sendo ele um Espírito da mais alta envergadura, governador de nosso planeta, conhecedor de todas nossas mazelas, e, certamente, conhecedor de todos os rincões da Terra, para saber como iria progredir o Seu Evangelho; como se daria a evolução da Humanidade. Imaginemos, no grau infinitamente menor, um antropólogo experiente, ao encontrar uma tribo selvagem ainda sem o contato com a Civilização: ele saberia como aqueles seres humanos se comportariam.
    O fato de Helil tentar consolar Jesus me faz lembrar que o Mestre também “foi tentado pelo demônio”, isto é, um ser inferior subjugando um ser superior. Jesus não conhecia nada sobre as Cruzadas, por isso Helil precisava explicar-lhe.
    “A nação mais humilde da Europa” foi muito poderosa com as viagens oceânicas, com seus navios projetados na Escola de Sagres que podiam aventurar-se mar a dentro (Bueno, Eduardo, “Capitães do Brasil”); locupletou-se desde o começo com a extração do pau-brasil.
    Com relação aos “missionários” jesuítas, fiquei decepcionado com José de Anchieta, que estrangulou o missionário calvinista Jean Jacque de Balleur; não consigo entender que um personagem tão cantado em nossa história teria condição de praticar tal ato, inclusive, se considerarmos que estava em nome da Companhia de Jesus.
    A Igreja nunca foi obrigada a participar do organismo mundano dos Estados; na sua própria formação, quando da aceitação de Constantino, ela assim o conseguiu pela estrutura que ela apresentava, compatível com os governos mundanos. Não é a toa que Nietzsche chama o papa de Anti-Cristo, e Emmanuel no livro “A caminho da Luz” considera o papa a besta do Apocalipse.
    “O cordeiro de Deus” é realmente uma expressão da liturgia católica, “…que tira os pecados do mundo”. Onde estaria esse “cordeiro” na Codificação Espírita?
    A escravidão no Brasil é o maior comprometimento que nós temos em nossos futuros carmas; até os padres tinham escravos.Um dos últimos países a libertar os escravos, inclusive, o Estado do Rio de Janeiro, quando não mais podia produzir, usava como mercadoria de negócio, o escravo; o Ceará libertou seus escravos, mesmo antes da Lei Áurea, mas foi por causa da dificuldade da terra e não por um ato de caridade.
    Quando foi proibido o tráfico de escravos, ficou parado um capital que o Visconde de Mauá (Caldeira, Jorge, “Mauá, empresário do Império”) quis utilizar para implantar indústrias no Brasil, mas foi recusado pelo Imperador D. Pedro II.
    No capítulo 6 – A Civilização Brasileira, é de estranhar que “nas esferas superiores do Infinito, Espíritos evoluídos, como Ismael e suas abnegadas falanges choram,…, quais o suplício de Jean Jacque de Bulleur, pelo missionário José de Anchieta.
    Tiradentes, recém-chegado ao mundo espiritual, torna-se um protetor do povo brasileiro, ele que, segundo o Espírito protetor, fora um inquisidor, tendo evoluído tão depressa.
    D. Maria I, considerada a rainha louca, era tão piedosa que permitia, ou ordenava as rigorosas sentenças de morte, por insinuação dos seus confessores…
    Capítulo 20 – D. Pedro II
    Jesus só sabia o que acontecia no Brasil através das informações de Ismael.
    Nunca pude aceitar D. Pedro II como reencarnação do soldado romano Longinus; cumprindo sua missão. Longinus não mais reencarnaria na Terra!
    Difícil aceitar que Jesus considera a Terra, que ele criou e povoou, como um “planeta escuro da dor e do esquecimento”
    Segundo o autor Jorge Caldeira, no livro “Mauá, o empresário do Império”, o Visconde de Mauá, responsável pelo início da industrialização do Brasil, sempre foi boicotado pelo Imperador (ou pelo seu gabinete de Ministros) para tornar o nosso país mais desenvolvido.

    Capítulo 23 – A Obra de Ismael
    A obra era de Ismael e não de Jesus, nem do Reino de Deus; a bandeira de Ismael; os mensageiros de Ismael; etc.

    Capítulo 25 – A Guerra do Paraguai
    Trabalhei na Usina Hidrelétrica de Itaipu, obra binacional, de parceria com o Paraguai. Sempre considerei esse acontecimento como um ressarcimento, pelo menos econômico ao povo paraguaio; mas, moralmente, temos com ele uma dívida imensa, pois o povo do Paraguai, quase que desapareceu naquela guerra (75%?)
    Quando a guerra já estava definida, o Marquês de Caxias comunica ao Imperador que ela poderia cessar, mas este, secundado pelo seu genro, Conde D’Eu, continua o massacre (Guerra do Paraguai, Genocídio Americano, Julio Jose Chiavaneto).

    Capítulo 26 – O Movimento Abolicionista
    Neste item, só gostaria de fazer uma observação: hoje, vemos o “morro” como covil de bandidos, apesar de nessas comunidades morarem muitas famílias honestas, trabalhadoras. Porém, os escravos, quando foram libertados, ficaram à deriva, sem saber o que fazer, pois, anteriormente, apesar do suplício de suas vidas, recebiam habitação e alimentação, assim, não estavam preparados para cuidar de si mesmos, o que deveria ser feito por um projeto social, mas o que interessava mais era o prejuízo dos senhores escravagistas, fazendeiros e outros tais, grupo que apoiava a Monarquia, que caiu logo depois.
    Para ocorrer a abolição, D. Pedro II teve que ser afastado, apesar de ele ser abolicionista.
    Um parêntesis: hoje, na Grã-Bretanha, com a rainha Elizabeth II, já idosa, porém firme no trono, o povo britânico parece não querer como sucessor, o Príncipe Charles; aceitariam o Príncipe William, neto, mas não é possível; da mesma forma, na época do final da Monarquia, havia uma grande rejeição ao Conde D’Eu, que caso a Princesa Isabel substituísse seu pai, D. Pedro II, quem iria reinar seria seu genro.

    Capítulo 28 – A Federação Espírita Brasileira
    Parece-me a instauração de um “Vaticano” no Brasil.

    Capítulo 29 – O Espiritismo no Brasil
    O autor desconsidera os continuadores de Allan Kardec, como: Gustave Geley, Gabriel Delanne, Léon Denis, Flammarion, etc; o autor os considera como fomentadores de grandes discussões estéreis no campo da Filosofia.
    A associação da Homeopatia ao Espiritismo, hoje, está mais amplo o emprego dessas terapias alternativas, como Cromoterapia, e outras, esquecendo dos principais instrumentos que a Codificação nos ensina – oração, passes magnéticos, água fluidificada e renovação.
    Respeitando as diversas linhas religiosas, como a Umbanda, a Codificação não apresenta nada místico em seus livros: fé raciocinada só o é aquela que pode encarar a razão em todas as épocas da humanidade.

    Análise Final
    Concordo plenamente com o ponto de vista do Leonardo
    – ausência de conteúdo doutrinário;
    – catolicismo exagerado;
    – jesuitismo exagerado;
    – lusitanismo exagerado;
    – brasileirismo exagerado;
    – Ismaelismo exagerado;
    – o confuso papel espiritual de Ismael;
    – “febianismo” exagerado;
    – Roustainguismo;
    – tendência ao sincretismo religioso e confusão doutrinária;
    – etc.

Deixe um comentário