PRATICAR O EVANGELHO, SIM! GANHAR DINHEIRO À CUSTA DA MENSAGEM DO CRISTO, NUNCA!

Abr 2nd, 2013 | By | Category: Artigos
vendilhoes
É justo transformar um templo religioso em uma Agência Mercantil? Em uma espécie de núcleo financeiro lucrativo? Será que Deus consente tal procedimento? Foi isso o que nos ensinou Jesus?
Viver o Evangelho, Sim! Ganhar dinheiro à custa da mensagem do Cristo, Nunca! Até porque nada é tão ilegítimo para um cristão que o exercício da mercantilagem do Evangelho. É deprimente identificarmos “religiosos” (ressalvando-se as exceções) que se postam quais “missionários” do Cristo, com evidente desprezo ao código sublime do amor ao próximo. Tais líderes distinguem-se pelo verbalismo descomedido, comentam tediosos os mais variados assuntos, inobstante não chegarem a qualquer arremate de raciocínio. Exaltam as emoções infelizes da arrogância entre os seus seguidores, cumulando-os de alusões faustosas embora vazias de sentido.
O Cristo advertiu em vários segmentos do Evangelho sobre os “evangelizadores” oportunistas, comparando-os a “lobos em pele de cordeiros”. A lógica humana é dilacerada diante da exploração da fé. Não há como emudecer perante os que se valem das redes de televisão, jornais, livros, internet e rádios para pregar o Evangelho em “nome de Deus”, deslumbrando os seguidores afirmando que a clemência do Pai somente pode ser obtida através da doação de dinheiro.
O que assistimos presentemente são reedições das ardilosas vendas de indulgências, matriz da Reforma Protestante. Mas, se alguém surge dizendo-se “apóstolo” do Cristo, desconfiemos da sua sanidade mental, pois na realidade o que tem surgido são “mercenários” e não missionários do Mestre. Tais pregadores exaltam a ignorância com altas doses de soberba e se alardeiam guias e evangelistas. Há muitos falsos cristos e falsos profetas representados por filosofias, doutrinas, seitas e religiões mercantilistas que escravizam os homens e exploram a boa fé das pessoas que sofrem.
Jesus, há dois mil anos repreendeu: “Está escrito: A minha casa será chamada casa de oração. Porém, vós a tendes transformado em covil de ladrões”.(1) Hoje, discorrem sobre as escrituras numa maníaca exaltação do Cristo, atrelam suas prédicas à moeda de troca, onde quem for mais generoso (mão aberta) e destinar maior quantia em dinheiro terá maior benefício “celestial”. Os desprevenidos seguidores nutrem-se da “fé cega” que lhes é infligida por meio de discursos abrasados e encenações de pseudo-exorcismos, onde o que de fato ocorre são catarses anímicas e/ou “incorporações” de obsessores que se deleitam diante dos patéticos e deprimentes espetáculos.
E como se não bastasse, comercializam-se os mais singulares amuletos quais “potes com água do Rio Jordão”; “frascos de perfumes e óleos com cheiro de Jesus”; “pedras do templo onde Jesus pregou”; “caixinha contendo porção de areia pisada por Jesus”; “fragmentos de madeiras da cruz do Calvário”; “lotes, casas e mansões no céu”. É evidente que um santuário religioso não pode ser análogo à loja comercial onde se negociam mercadorias com Deus. Será que desconhecem que o templo cristão é local para meditações e cogitações sobre os desacertos e diligências para melhoria de comportamento de cada um de nós?
O que dizer dos “evangelistas” de grandes plateias que cobram fortunas para pregar, que alimentam através da eloquência verbal a idolatria da sua personalidade? São vendilhões modernos e profissionais do Evangelho que execram trabalhar, abominam o argumento de que o Cristo convidou-nos a carregar nossas “cruzes”, granjear “o pão” com o “suor” de nosso trabalho, e que só granjearemos o “Reino dos Céus”, isto é, a paz de espírito, se fizermos ao semelhante o que desejamos a nós mesmos. Sim! “Ai de vós, condutores de cegos, pois que dizeis: Qualquer que jurar pelo templo, nada é; mas o que jurar pelo ouro do templo, ou pela oferta, este faz certo. Insensatos e cegos! Pois qual é maior: a oferta, o ouro, ou o templo de Deus?”. (2)
A única moeda que o Criador acolhe como câmbio é o amor ao próximo. Todavia, infelizmente boa parte do legado religioso que se transfere para as atuais gerações tange à cobiça, ao encanto dos sentidos físicos, à conquista de poder a todo custo, cedendo cancha à brutalidade e à confusão. O fanatismo que vem sendo desenvolvido em torno do misticismo decrépito, investido para amealhar recursos monetários, visando patrocinar a “saúde” daqueles que mais prontamente a possam comprar a peso de ouro, tem oferecido ambiente ao materialismo e ao utilitarismo em que as pessoas deleitam-se, afastadas da misericórdia, da solidariedade, da fraternidade, ante o desafio da autêntica experiência do amor ao próximo, conforme vivido por Jesus.
Paulo escreveu: “De fato, grande fonte de lucro é a piedade com o contentamento. Porque nada temos trazido para o mundo, nem coisa alguma podemos levar dele. Tendo sustento e com que nos vestir, estejamos contentes. Ora, os que querem ficar ricos caem em tentação, e cilada, e em muitas concupiscências insensatas e perniciosas, as quais afogam os homens na ruína e perdição. Porque o amor do dinheiro é raiz de todos os males; e alguns, nessa cobiça, se desviaram da fé e a si mesmos se atormentaram com muitas dores. Tu, porém, ó homem de Deus, foge destas coisas; antes, segue a justiça, a piedade, a fé, o amor, a constância, a mansidão.”.(3) Por essas muitas razões é fácil perceber que presentemente os autênticos adeptos do Evangelho ainda formam pequenino grupo muito semelhante ao período das dolorosas experiências dos três primeiros séculos de disseminação da mensagem do Cristo nos domínios de César.Referências:
(1)     (Mateus, XXI; 12 e 13).
(2)     (Mateus, XXIII; 16).
(3)    (1 Timóteo 6:6-11)
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8 Comments to “PRATICAR O EVANGELHO, SIM! GANHAR DINHEIRO À CUSTA DA MENSAGEM DO CRISTO, NUNCA!”

  1. Cleiton diz:

    Qual a sua opinião sobre os eventos pagos, congressos espíritas? se contrário ao pagamento, qual a sua sugestão para se fazer eventos grandes?

    • Cleiton
      Recomendo-lhe com muito respeito que debruce e analise serenamente os ANEXOS 02 e 03 contidos nas Diretrizes ao Sistema Federatico Estadual daFederação espirita do estado do Paraná, conforme abaixo:

      Ah! i link é o seguinte http://www.feparana.com.br/subsidios.php?cod_item=109

      CONSIDERAÇÕES SOBRE COBRANÇA DE TAXAS EM
      EVENTOS ESPÍRITAS

      No mês de fevereiro de 1994, o Conselho Federativo Estadual da Federação Espírita do Paraná esteve reunido em Curitiba. Na ocasião, dentre os variados assuntos tratados, veio à baila a questão da cobrança de taxa de inscrição em eventos espíritas, prática que vai se tornando comum no Brasil. O Conselho paranaense, então, após catalogar os tipos de promoções doutrinárias mais comuns no Estado, quais sejam, segundo seu entendimento: conferências, seminários e encontros de estudo, considerou que há situações em que determinada promoção pede uma infra-estrutura diferenciada para acolher os participantes, como, por exemplo, estadia, alimentação, apostilas, aluguéis de recintos, o que, por conseguinte, amplia as exigências, inclusive financeiras.
      Diante disso, entendeu por bem o colegiado em delinear a seguinte normativa, que deverá funcionar como regra aos órgãos integrantes do sistema federativo (FEP, seus departamentos e as Uniões Regionais Espíritas), e como sugestão de procedimentos aos Centros Espíritas:

      1. Patrocinar, apoiar ou promover eventos fundamentalmente espíritas.

      2. Os órgãos ou entidades promotoras do evento devem envidar todos os esforços para que não haja a necessidade de eventual cobrança de taxa de inscrição dos participantes, procurando fazer frente aos custos do evento, notadamente para com aqueles que digam respeito diretamente com a parte doutrinária, propriamente dita. Para tanto, planejar a sua realização na data e no intervalo de tempo certo, dentro das reais necessidades do Movimento Espírita local, desconsiderando as pretensões de realizações sem objetivos bem definidos de difusão ou intempestivas. Estruturar o programa primando pela simplicidade, minimizando os custos, sem perder de vista a sua qualidade, dando-lhe local (cidade e auditório), carga horária e infra-estrutura adequada, porém, somente de acordo com o essencial. Buscar viabilizar previamente os recursos financeiros através de cotização espontânea de confrades. Em não sendo suficiente, e para não onerar demasiadamente alguns poucos, realizar promoções doutrinariamente recomendáveis para angariar fundos, com a participação, preliminarmente, da comunidade espírita, e depois, em ainda persistindo a necessidade, da comunidade não-espírita.

      3. Quando o evento pretendido efetivamente exija uma infra-estrutura, sem a qual esse fique impraticável, e, por conseguinte, as disponibilidades para cobertura do seu custo essencial ainda apresentem-se insuficientes, mesmo após praticado todo disposto no item anterior, somente aí, então, lançar mão da fixação de valor a ser cobrado a título de inscrição, tendo como parâmetro máximo a verba faltante, tão-somente, e dando a possibilidade de opção por parte daqueles que desejem ou não usufruir de determinados itens da infra-estrutura, como refeição e alojamento, por exemplo, e jamais fazer dela um instrumento impeditivo de, quem quer que seja, participar do evento doutrinário, propriamente entendido (a palestra, o seminário, etc.).

      4. Trabalhar o entendimento dos confrades anfitriões de que, em nome da fraternidade cristã, devem propiciar a hospedagem domiciliar dos participantes do evento, dentro das suas possibilidades, especialmente dos que exijam atendimento diferenciado, tais como acompanhados com filhos pequenos; aqueles em idade mais avançada e/ou com dificuldades de saúde, sob dietas alimentares ou medicamentosas especiais; as senhoras grávidas; os que se pressupõem passarem por dificuldades financeiras, etc.

      5. Em se tratando de órgão federativo, não promover evento doutrinário com renda em favor de uma determinada instituição social, primeiro porque tal tipo de evento não deve se prestar a isto e, segundo, lembrar que todas as demais organizações também fazem parte do Movimento Espírita e a Federação não pode agir discricionariamente, já que são todas merecedoras por igual. Promover, se assim entendido por bem, eventos próprios para tal fim, de iniciativa e responsabilidade da Instituição, desde que doutrinariamente embasados. Considerar que os fins não justificam os meios.

      Clareando ainda mais o documento, deve-se entender, para os fins que ele se propõe:
      · Patrocínio: Custeio de um evento para fins de divulgação doutrinária.
      · Apoio: Auxílio financeiro e/ou de outra natureza para determinado evento doutrinário.
      · Promoção: Propaganda direta ou indireta de eventos doutrinários.
      Com tais medidas, sem a pretensão de se ter esgotado o assunto, a Federação Espírita do Paraná espera que a divulgação doutrinária se dê cada vez em maior profusão, sempre em lídimas bases, das quais, as ações administrativas também fazem parte.

      ANEXO 03

      OS FINS NÃO JUSTIFICAM OS MEIOS

      Existe o conceito equivocado de que os fins justificam os meios, principalmente no que diz respeito à captação de recursos financeiros para manterem-se as várias atividades das Instituições Espíritas.
      Com base nesse ponto de vista, centros, grupos ou órgãos espíritas têm lançado mão dos mais variados expedientes para conseguir uma receita financeira que atenda suas necessidades.
      Enquanto muitos procedem com bom senso e equilíbrio, estruturando tarefas de acordo com as possibilidades do Centro Espírita, sabendo que os vizinhos e o público em geral não têm compromisso assumido com as nossas tarefas de benemerência, razão pela qual entendem que a manutenção destas diz respeito à própria Instituição, outros, no entanto, extrapolam todo e qualquer limite de senso crítico, contrariando até preceitos legais, como o caso de rifas, bingos, tômbolas e similares; ou, vencido algum empecilho legal, resta o desaconselhamento moral dessas práticas.
      Também há aqueles que acabam transformando os recintos das Instituições num verdadeiro mercado, com ininterrupto apelo de comercialização de variados produtos.
      Outros, ainda, mais “criativos”, não titubeiam em apelar ao público em geral, promovendo, não a sã alegria, mas: Semana da Cerveja, Carnaval da Fraternidade, etc. Tudo em nome do Espiritismo e em “prol” do Movimento Espírita.
      Torna-se imperioso insistir no mesmo ponto: a finalidade do Movimento Espírita. Movimento Espírita é o resultado do labor dos homens e Espiritismo é a Doutrina dos Espíritos dirigida aos homens. Logo, o Movimento Espírita deve estar para a divulgação da Doutrina Espírita, como a Codificação está para Allan Kardec. Ou seja, a finalidade precípua é difundir a mensagem espírita, laborando com base na Codificação e segundo os seus princípios.
      Tanto é assim que, em nossas organizações, estatutariamente está disciplinado que o objetivo da Instituição é “estudo e prática da Doutrina Espírita, organizada por Allan Kardec.”
      Sem estudo não haverá prática condizente. Para que o adepto do Espiritismo se integre realmente no espírito da Doutrina, exige-se-lhe aprofundamento intelectual e comportamento moral e social adequados.
      Urge estudar a Codificação Espírita, comentá-la, difundi-la e vivenciá-la.
      Assim, é necessário critério, zelo e vigilância, para não se proceder equivocadamente.
      Djalma Montenegro de Farias, Espírito, bem sintetiza a questão: “O dinheiro que tanto faz falta para a materialização da Caridade, em nosso meio, representa algo, mas não é tudo, porque, se verdadeiramente fosse essencial, as Instituições que guardam importâncias vultosas nas Casas Bancárias dos principais países do mundo, estariam realizando prática abençoada do Evangelho pregado pelo Itinerante Galileu.
      Cuidemos zelosamente da propaganda do Espiritismo, vivendo os postulados da fé, honrando o Templo Espírita e iluminando as almas que o buscam esfaimadas de pão espiritual, para não incidirmos no velho erro de que os objetivos nobres de socorro justificam os meios pouco elevados que têm sido utilizados”.
      Por isso, honrar o Espiritismo, consoante o mesmo autor espiritual “é preservá-lo contra os programas marginais, atraentes e aparentemente fraternistas, mas que nos desviam da rota legítima para as falsas veredas em que fulguram nomes pomposos e siglas variadas”.

      Em 19.06.2008.

      Obrigado!, mais uma vez pelo intercâmbio.

    • Prossigamos nos caminhos do amor ao próximo!
      Saudações

  2. Alexandre Colvara diz:

    Puxa vida, e ainda condenam a Judas de Iscariotes por ter vendido o Mestre por 30 moedas?!?!?! Por quantas moedas está sendo vendido HOJE? Temos que enfatizar a verdadeira prática cristã, não condenar nossos irmãos pura e simplesmente, mas alertar e, fundamentalmente, auxiliá-los para que possam se esclarecer!!!

  3. Arnaldo A. Rocha diz:

    Bom dia amigo Jorge,

    Ainda os eventos pagos…
    Na verdade os maiores adversários do Espiritismo estão dentro de suas próprias fileiras, pois que tentam minar a base sólida de uma doutrina que veio para ficar no planeta por ser o “consolador prometido” pelo Cristo de Deus e que, por isso mesmo, continuará sendo o farol a iluminar o caminho da humanidade tão perdida nas trevas de sua própria ignorância.
    Na minha opinião, todas as instituições e as federações espíritas-cristãs só deveriam realizar eventos abertos ao público em geral, se as mesmas pudessem arcar com as despesas decorrentes, não as transferindo para terceiros, fechando, dessa forma, às portas aos mais necessitados que não podem pagar para participar de seminários e ouvir as palestras de grandes oradores que discursam sobre a caridade e o amor ao próximo em nome de Jesus. Parece-me uma absurda e incompreensível contradição, concordam? Não há mais como continuar nos enganando e justificando com sofismas o tempo todo, pois o espiritismo com “e” minúsculo está cada vez mais se elitizando e o Espiritismo com “E” maiúsculo, está deixando de ser praticado por àqueles que se dizem seus mais proeminentes defensores.
    Certamente que não adianta só criticar, pois que igualmente temos que encontrar soluções para essas dificuldades… Sugiro, como já o fiz em outras oportunidades, que todas as Casas Espiritas assumam junto as suas federações estaduais, o compromisso de, mensalmente, destinarem uma verba para a realização seminários e quaisquer outros eventos de grande magnitude, pois que essas instituições são mantidas por espíritas conscientes que sabem da necessidade do dinheiro para o pagamento das despesas e manutenção de seus núcleos espiritistas e do movimento federativo.
    Nunca realizo uma confraternização em minha casa pensando em dividir com os convidados o custo do evento, ou seja, só faço quando posso.
    Desculpem-me o desabafo!
    Arnaldo A. Rocha

    • Arnaldo Rocha,
      Mestre e amigo, obrigado!
      Tenho empreendido grande esforço para contaminar-me com os seus exemplos cristãos.
      Sei das lutas travadas para manter a chama acesa do ideário doutrinário no C.E. Fé e Esperança.
      Suas palavras não são de desabafo, porém de justa indignação e digo mais, é impossível não apoiá-lo em cada frase aqui escrita.
      Saudações afetuosas do irmão e amigo,
      Jorge Hessen

  4. Caríssimo amigo Jorge,
    Excelente texto, sempre coerente com o ideal espírita. Parabenizo pelo trabalho e coragem de enfrentar os lobos que hoje se apresentam com peles de ovelhas.
    Poucos espíritas têm coragem de tocar neste assunto, porque muitos, inclusive, distorceram a ideia do Cristo.
    Sim, é possível divulgar a mensagem do Cristo, o próprio Espiritismo, sem se fazer valer de cobranças monetárias.
    Por que não optar por seminários mais simples, para que os espíritas possam comparecer? Por que não realizar, por meio da internet, a transmissão dos eventos espíritas sem a necessidade de se pagar passagens de avião, hospedagem e alimentação aos palestrantes espíritas? Por que os próprios divulgadores espíritas não custeiam a própria viagem? Por que não os próprios espíritas que promovem eventos dessa natureza não custeiam o mesmo? Por que não viabilizarmos patrocinadores para os eventos?
    Concordamos com você Caro irmão, porque a sua visão é a mesma que está assentada nos ensinamentos espíritas e cristãos que é a mesma coisa.
    Temos que buscar a essência da Doutrina, que é a promoção da transformação moral do homem, para que não caiamos nas garras daqueles que deturparam a mensagem do Cristo – os falsos profetas encarnados e desencarnados.
    Desejamos meu irmão, que você continue a alertar, a esclarecer todos aqueles que, por ignorância, não compreendem a mensagem cristã.
    Muita paz!

    Como contido no evangelho segundo o espiritismo, cap. XXI, item 9, nas palavras de Erasto: “Desconfiai dos falsos profetas. É útil em todos os tempos essa recomendação, mas, sobretudo, nos momentos de transição em que, como no atual, se elabora uma transformação da Humanidade, porque, então, uma multidão de ambiciosos e intrigantes se arvoram em reformadores e messias.

    • GraçaMaciel,
      Muito obrigado pelo apoio moral.
      Nessas horas necessitamos de amigos quais você ( digo-lhe que acompanho diariamente todos os seus posts , pelos quais sinto-me honrado por sua deferência)
      Amigos legítimos são aqueles que abraçaram o principio da fraternidade e pauta para que o Espiritismo esteja ao alcance de todos espíritas, sem distinção de classe social. Você é uma estoica guerreira nesse desiderato.
      Permanecerei soltando o grito surdo da exaltação do Evangelho em sua máxima simplicidade.
      Grande abraço
      Jorge Hessen

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